Carregando a base…
Quantas notícias têm cada categoria da variável escolhida. Com “Cruzar com”, vira uma tabela: cada célula conta as notícias que têm as duas categorias ao mesmo tempo.
Os movimentos sindicais aparecem em 446 das 934 notícias (47,8%). Cruzando tipo de movimento com objetivos no modo Associação, os movimentos feministas têm resíduo +13,7 em “igualdade de gênero” e os estudantis +11,7 em “objetivos educativos”: são as combinações mais típicas da base.
Categorias grandes dominam a contagem bruta; para saber o que é característico de cada grupo, use % da linha ou Associação.
Como as categorias de duas ou três variáveis se encadeiam nas mesmas notícias: por exemplo, quem se mobiliza → com que tipo de ação → por qual objetivo.
Siga a faixa que sai de “Movimientos sindicales”: a parte mais grossa vai para deslocamentos coletivos (marchas, mobilizações) e daí para objetivos laborais.
Quando uma notícia tem várias categorias, seu peso é repartido entre as combinações, para que cada coluna some o total de notícias do recorte.
Um mapa de árvore: retângulos dentro de retângulos. O retângulo grande é a ação matriz; dentro dele, as ações derivadas.
A área de cada retângulo é proporcional ao número de notícias. Compare tamanhos dentro do mesmo bloco para ver quais formas concretas cada tipo de ação assume.
“Acciones comunicativas” é a ação matriz mais frequente (274 notícias); dentro dela, os retângulos mostram as formas derivadas, como comunicados e conferências.
Quais organizações (ou outras categorias) aparecem juntas nas mesmas notícias: as articulações entre movimentos.
A UTEP é o nó central: 165 notícias e 23 parceiros. As ligações mais fortes são MTE–UTEP (36 notícias em comum) e Movimiento Evita–UTEP (32). O Movimiento Evita e o Polo Obrero têm alta intermediação: ligam blocos diferentes.
Onde acontecem as ações noticiadas. A regra cartográfica é: valores absolutos em círculos (quantas notícias) e valores relativos em cores (notícias por 100 mil habitantes ou indicadores do Censo).
Por localidade, a cidade de Buenos Aires tem o maior círculo (254 notícias). Pela taxa por habitante, departamentos menores da Patagônia aparecem acima, porque poucas notícias pesam mais numa população pequena.
Em lugares pouco populosos, uma única notícia gera taxas altas; leia a taxa junto com os círculos. Notícias nacionais, virtuais ou sem lugar não entram no mapa.
Se os lugares com mais mobilização registrada são também os de maior carência, densidade, violência etc. Cada ponto é uma província ou um departamento.
Por departamento, com a privação material dos domicílios no eixo horizontal, a correlação de Spearman é −0,27: relação fraca e negativa. Os departamentos mais pobres tendem levemente a ter menos notícias por habitante.
O seletor traz só indicadores ligados às lutas: privação material, moradia e serviços, educação, trabalho e proteção, povos originários, bairros populares (RENABAP), economia popular (ReNaTEP), voto presidencial de 2023 e femicídios. A densidade e a população ficam como controles, para checar se uma relação não é só efeito do tamanho das cidades. Indicadores sem ligação direta com as ações (internet, computador, piso, envelhecimento, migração, fecundidade etc.) foram retirados do site; continuam no CSV de contexto, na área de dados abertos.
Correlação não é causa. A relação vale para lugares, não para pessoas (falácia ecológica). E a base mede notícias, não todos os protestos: a cobertura da imprensa varia (veja a aba Imprensa).
Quando as ações aconteceram: por mês, por dia (calendário) e por semana, com os principais acontecimentos políticos de 2024 marcados.
Março é o mês com mais notícias (187), puxado pelo 8M e pelo 24 de março, Dia da Memória: as três semanas de pico do ano estão nesse mês, com 47 a 55 notícias cada, mais de três vezes uma semana típica (15).
Mês da notícia. Clique numa coluna para filtrar o mês.
Ações por data de início, dia a dia. Cada quadrado é um dia de 2024; quanto mais escuro, mais ações iniciadas.
Uma leitura em texto, com gráficos e mapa, que reúne os principais resultados das outras abas: quem se mobiliza, como, por quê, onde, quando, com quem, diante de que contexto e com que cobertura da imprensa.
Os textos são gerados automaticamente a partir de regras estatísticas simples, descritas ao final. Eles descrevem o que as notícias registram, e servem como ponto de partida para a interpretação, não como conclusão.
Dois grupos de notícias lado a lado. O grupo A é uma categoria (por exemplo, a região Gran Buenos Aires); o grupo B é outra categoria ou todas as demais da mesma variável. Para cada categoria de uma terceira variável, o gráfico mostra que parte das notícias de cada grupo a contém.
Use os botões de exemplos acima do gráfico para abrir essas comparações.
Diferenças pequenas em categorias com poucas notícias quase nunca são significativas. Notícias que pertencem aos dois grupos entram em ambos.
Um “mapa” das categorias de várias variáveis ao mesmo tempo. Categorias que costumam aparecer nas mesmas notícias ficam próximas; as que raramente aparecem juntas ficam distantes. É a análise de correspondências múltiplas (ACM), muito usada nas ciências sociais para descrever espaços de práticas.
Com as variáveis padrão, o eixo 1 põe de um lado a escala Nacional, os movimentos sindicais e a Gran Buenos Aires, e do outro a Patagônia, a escala Municipal e os objetivos de moradia e hábitat: opõe as grandes ações nacionais, centradas em Buenos Aires, às ações locais do interior. O eixo 2 separa ações defensivas e de interseccionalidade institucional das ações reivindicativas ligadas a feministas e a deslocamentos coletivos.
Leia proximidades entre categorias de variáveis diferentes como tendência, não como regra. O percentual de cada eixo diz quanta informação ele resume; a “inércia corrigida” é a estimativa mais realista na ACM.
Quem noticia as ações. Como a base é feita de notícias, ela registra o que a imprensa e outras fontes publicaram, e não necessariamente todas as ações que aconteceram.
Página/12 é a fonte mais frequente (53 notícias), concentrada na Gran Buenos Aires; o Diario Río Negro e o LM Neuquén cobrem a Patagônia. São mais de 500 fontes, e mais de 360 aparecem uma única vez: a cobertura é muito dispersa.
Um retrato de uma organização, tipo de movimento, província, departamento, localidade, objetivo ou ação: quantas notícias, quando, onde, com que repertório e com quem.
Escolha o tipo de ficha e digite o nome. Clique em qualquer categoria das listas para abrir a ficha dela. A ficha usa todas as notícias da base, sem os filtros, e pode ser baixada como imagem.
| Data | Notícia | Fonte | Valor |
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